Hij is getrouwd met Isabel do rego barbosa.
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MANOEL DA COSTA PEREREIRA faleceu na sua fazenda na freguesiada gandra,de acidente repentino.R .
éculo XVIII, os médicos portugueses, guiados pelos desígnios da medicina antiga, emitiam diagnósticos e receitavam mezinhas, convictos que cada pessoa era fruto da combinação de porções variáveis de fogo, terra, água e ar . Defendiam também que a combinação destes quatro elementos no organismo, dava origem aquatro humores diferentes: o sangue (produzido pelo fígado), a bílis amarela (produzida pelo fígado), a fleuma (produzida pelo cérebro) e a atrabílis ou bílis negra (produzida pelo baço). Tal como as suas qualidades originais (o quente, o frio, o seco e o húmido), esses fluidos estavam submetidos a forças internas ou externas capazes de alterá-los (os pneumas). A origem das doenças era consequência do acumular desses líquidos orgânicos numa dada região do corpo. Todavia, defendiam, que o organismo era portador de uma força restabelecedora que lhe era intrínseca, pelo que o próprio corpo procurava descartar-se naturalmente dos efeitos nocivos de qualquer desordem humoral, recorrendo às secreções. Deste modo, a fleuma (fria, húmida e transparente),era expulsa pelo nariz, nos resfriados; a bílis (amarela, quente e seca), era excretada pelo vómito, nas perturbações digestivas; a atrabílis (escura, fria e seca) era expulsa com as fezes, nas afecções intestinais, enquanto que o sangue (vermelho, quente e húmido), se libertava das feridas e acompanhava a expectoração das doenças pulmonares. Por outras palavras, a saúde era o resultado de uma combinação humoral harmoniosa e a doença era consequência de uma ruptura nesta estabilidadenatural. Daí que o tratamento de qualquer doença, visasse neutralizar a acção dos humores putrefactos. Para tal, eram prescritos regimes alimentares e medicamentos com qualidades antagónicas às substâncias nocivas que dominavam o organismo, assim como a sangria, que permitia escoar os humores perniciosos que circulavam na área afectada. Práticas como a sangria e a aplicação de sanguessugas, era correntes nessa época. Eram tarefa executadas por barbeiros, cumulativamente com o corte de cabelo, a feitura de barbas e a extracção de dentes, dada a sua grande habilidade manual.
text-align: justify;">Em Lisboa, a partir de 1572, por regulamento outorgado pelo Senado Municipal , o desempenho das funções de “barbeiro sangrador” oficial, actuando por conta própria, exigia experiência comprovada de dois anos de actividade, o que permitia vir a receber a carta de examinação do cirurgião-mor. Alguns barbeiros podiam até realizar cirurgias, eram os “cirurgiões barbeiros”. A aprendizagem do ofício processava-se por conhecimento oral e empírico, adquirido nas tendas de mestres barbeiros. O ofício estava subordinado às regras da Confraria de São Jorge e aos regulamentos da Câmara Municipal de Lisboa.
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Manoel da costa perreira | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Isabel do rego barbosa | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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