antepassados » Sviatoslav I de Kiev, (grão-duque) (942-972)

Persoonlijke gegevens Sviatoslav I de Kiev, (grão-duque) 


Gezin van Sviatoslav I de Kiev, (grão-duque)

Hij is getrouwd met Malusha grã-duquesa de Kiev.

Zij zijn getrouwd.


Kind(eren):



Notities over Sviatoslav I de Kiev, (grão-duque)

Sviatoslav I de Kiev (em eslavo oriental: Святослав; 942  março de 972) foi um príncipe guerreiro (Konung) de Kiev, filho do príncipe Igor de Kiev e de sua esposa Olga de Kiev[1][2][3]


Sviatoslav ficou famoso pelas suas campanhas militares, que provocaram a queda das grandes potências do Este da Europa: Cazária e o Império Búlgaro. Submeteu também os Búlgaros doVolga, os povos alanos e outras tribos eslavas orientais, aliando-se com os pechenegues e com os magiares. O seu reinado sobre o Principado de Kiev, que durou uma década, caracterizou-se por uma rápida expansão até ao vale do Volga, à estepe do mar Cáspio e aos Balcãs. No final da sua curta vida Sviatoslav tinha forjado um grande e poderoso estado na Europa, convertendo Pereyaslavets, no Danúbio, na capital do seu reino, em vez de Kiev (969).


Em contraste com a conversão da sua mãe ao Cristianismo Ortodoxo, Sviatoslav manteve a sua fé, considerada pagã durante toda a vida. Devido à sua repentina morte durante um combate, as conquistas de Sviatoslav não se consolidaram num império, e também pelo facto de não ter garantido uma sucessão estável. Rapidamente estalou uma guerra civil entre os seus sucessores.


O nome "Sviatoslav" foi o do primeiro monarca do principado de Kiev, e tem uma origem indiscutivelmente eslava (a diferencia dos seus antecessores, cujos nomes proviamdo nórdico antigo). Este nome não era muito frequente em outros reinos eslavos da Idade Média, nem sequer no próprio principado de Kiev, onde só o utilizaram membros da Dinastia Rurik. Os seus sucessores tomaram o seu exemplo e passaram a tomar nomes eslavos. Assim surge Vladimir, Yaroslav, Mstislav. Alguns estudiosos da matéria asseguram que o nome Sviatoslav (composto pelas raízes eslavas de “sagrado” e “glória”) foi uma criação artificial, derivada da combinação dos nomes dos seus predecessores. Oleg e Rurik (que significam “sagrado” e “glorioso” em nórdico antigo.


Primeiros anos[editar | editarcódigo-fonte]

word-spacing: 0px; text-transform: none; font-weight: normal; color: #252525; font-style: normal; margin: 0.5em 0px; orphans: 2; widows: 2; letter-spacing: normal; background-color: #ffffff; text-indent: 0px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; -webkit-text-stroke-width: 0px;">Pouco se sabe sobre a infância e juventude de Sviatoslav, que foi vivida em Novgorod. O seu pai Igor de Kiev, foi assassinado por Drevlianos em 942, pelo que a sua mãe, Olga de Kiev, reinou como regente até que até à maior idade do seu filho, que aconteceu no ano 963. O tutor de Sviatoslav foi um varego chamado de Asmud, que o educou para que pudesse ascender ao cargo de governante do Kiev. Parece que Sviatoslav não tinha grande vocação administrativa, pois passou grande parte da sua vida junto das suas “Druzhina” “tropas em eslavo“ numa luta permanente contra os estados vizinhos, como é relatado na Crónica de Néstor: "Durante as suas expedições não levava utensílios nem agasalhos, não cozinhava alimentos, assava directamente sobre o fogopeças de carne de cavalo, gamos e boi, não usavam tendas, deitava-se sobremantas e com um saco debaixo da cabeça. Estava mais habituado a esta rotina do que aos costumes palacianos."


Sviatoslav foi descrito por Leão, o Diácono como um homem de altura e corpulência média, fazia a barba e usava um bigode e largas patilhas como símbolo de nobreza. Preferia vestir-se de branco e as suas armaduras estavam muito mais limpas que as dos seus homens, levando um único pendente de ouro com um rubi e duas pérolas.


lid; padding: 3px;">="font-size: 12px; text-align: left; line-height: 1.4em; padding: 3px;">lass="Apple-converted-space"> Olga, passeia por Constantinopla com o seu cortejo. Miniatura do século XIda crónica de João Escilitzes
, serif; background: #ffffff; white-space: normal; word-spacing: 0px; border-bottom: #aaaaaa 1px solid; text-transform: none; font-weight: normal; color: #000000; font-style: normal; margin: 1em 0px 0.25em; orphans: 2; widows: 2; letter-spacing: normal; line-height: 1.3; text-indent: 0px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; -webkit-text-stroke-width: 0px; padding: 0px;">Religião[editar | editar código-fonte]ormal; margin: 0.5em 0px; orphans: 2; widows: 2; letter-spacing: normal; background-color: #ffffff; text-indent: 0px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; -webkit-text-stroke-width: 0px;">A mãe de Sviatoslav converteu-se ao cristianismo na corte do imperador bizantino Constantino VII no ano de 957. No entanto Sviatoslav continuou adorando Perun, Veles, Svarog e a outros deuses da Mitologia Eslava, pelo que foi sempre considerado pagão por toda a vida pelos ortodoxos. De acordo com a Crónica de Néstor acreditava que os seus soldados lhe perderiam o respeito se se converte-se ao cristianismo. A fidelidade das suas tropas era-lhe imprescindível para que pudesse conquistar o seu império que acabou por se estender do rio Volga ao rio Danúbio.


Campanhas do Este[editar | editar código-fonte]

: sans-serif; width: auto; white-space: normal; word-spacing: 0px; text-transform: none; float: right; font-weight: normal; color: #252525; font-style: normal; clear: right; margin: 0.5em 0px 0.8em 1.4em; orphans: 2; widows: 2; letter-spacing: normal; background-color: #ffffff; text-indent: 0px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; -webkit-text-stroke-width: 0px;">="thumbinner">"thumbcaption">il;ões da fortaleza de Cazar, saqueada por Sviatoslav em 965. Foto aérea de Mikhail Artamonov.
hite-space: normal; word-spacing: 0px; text-transform: none; font-weight: normal; color: #252525; font-style: normal; margin: 0.5em 0px; orphans: 2; widows: 2; letter-spacing: normal; background-color: #ffffff; text-indent: 0px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; -webkit-text-stroke-width: 0px;">Pouco depois de subir ao trono Sviatoslav começou uma guerra no sentido de expandir os seus territórios até ao vale do Volga e as estepes do mar Cáspio. O maior problema que encontrou no seu caminho foi a Cazária,que durante muitos séculos tinha sido uma das grandes potências da Europa Oriental. Há várias possibilidades nas causas quelevaram ao conflito entre o principado de Kiev e os Jázaros. A primeira é o interesse de Sviatoslav na rota comercial do Volga (que trazia muitos benefícios à Cazária)e a segunda era o facto de o Imperador Romano I incentivava Kiev contra os Jázaros.


Cazária[editar | editar código-fonte]

rd-spacing: 0px; text-transform: none; font-weight: normal; color: #252525; font-style: normal; margin: 0.5em 0px; orphans: 2; widows: 2; letter-spacing: normal; background-color: #ffffff; text-indent: 0px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; -webkit-text-stroke-width: 0px;">A política de Sviatoslav com estes territórios começou por uma política de alianças com as tribos sob vassalagem cazar para que se unissem em favor da sua causa. Atacando e forçando a pagar tributo aqueles que não quisessem dar-lhe o seu apoio, como aconteceu com os povos viáticos. De acordo com uma lenda descrita na Crónica de Néstor, Sviatoslav enviou um mensageiro aos líderes viáticos em que só havia uma frase “Vou ao vosso encontro!” (Eslavo oriental: "Иду на вы!"). Esta frase é uma expressão utilizada habitualmente em (russo moderno) para denotar uma declaração directa das intenções. Passando pelo rio Oka e outros afluentes do Volga, invadiu a Bulgária do Volga e exigiu à população local o pagamento de tributo. Durante esta campanha militar passou o curso alto do rio e usou mercenários turcos e pechenegues, para fazer frente à magnífica cavalaria Jázara. Atacou a cidade cazar de Sarkel em 965, e saqueou, sem ocupar, a cidade de Kerch na Crimeia.


Na Criméia estabeleceu um governo próprio sob o seu comando que foi denominado Belaya Vyezha ("a torre branca ou a fortaleza branca, tradução eslava de Sarkel") e destruiu a capital da Cazária, Itil (ou Atil), entre os anos de 968 e 969. (um cronistaque visitou a cidade depois do ataque escreveu: "Sviatoslav atacou, e não deixou uva nem cacho , nem uma folha há no seu ramo". A cronologia exacta da campanha de Cazária é incerta e muito discutida. Mikhail Artamonov e David Christian garantem que o saque de Sarkel ocorreu depois da destruição de Itil. O cronista Ibn Haukal faz refer≖c;ncia ao saque de Sviatoslav à cidade de Samandar (no actual Daguestão), em que diz que a cidade não foi ocupada de forma permanente o que se tivesse acontecido seria uma localização bem no centro dos Territórios de Cazária, ao norte do Cáucaso.


No seu regresso a Kiev, Sviatoslav preferiu atacar de novo os povos ossétios, forçando-os a fazer-lhe vassalagem, pelo que os Jázaros continuaram a sua existência. A destruição do poderimperial de Cazária abriu caminho a Kiev para o controle das rotas comerciais do Mar Negro, que eram dominadas havia séculos pelos Jázaros, e permitiu a criação de assentamentos eslavos na região de Saltovo-Mayaki, o que originou grandes trocas culturais e demográficas.


Campanha dos Balcãs[editar | editar código-fonte]

"margin-bottom: 0.5em; font-size: 14px; font-family: sans-serif; white-space: normal; word-spacing: 0px; text-transform: none; font-weight: normal; color: #252525; font-style: italic; padding-left: 1.6em; orphans: 2; widows: 2; letter-spacing: normal; background-color: #ffffff; text-indent: 0px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; -webkit-text-stroke-width: 0px;">Ver artigo principal: Invasão da Bulgária por Sviatoslav
: #252525; font-style: normal; clear: left; margin: 0.5em 1.4em 0.8em 0px; orphans: 2; widows: 2; letter-spacing: normal; background-color: #ffffff; text-indent: 0px; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; -webkit-text-stroke-width: 0px;">d1 1px solid; padding: 3px;">ft; line-height: 1.4em; padding: 3px;">soldados bizantinos. Miniatura do século XI das crónicas de João Escilitzes.